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Tecnologia

Tecnologias de Black Mirror que já existem (ou vão existir em breve) na vida real

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quão parecido está Black Mirror da realidade? Se você assistiu aos novos episódios da série, lançados recentemente pela Netflix, é bastante provável que tenha se perguntado a mesma coisa. Desde que estreou, em 2011, a série viaja por diferentes cenários imaginando as várias possibilidades envolvendo tecnologias muito avançadas. Com o passar dos anos, no entanto, o futuro ultra tecnológico mostrado na série parece ter ficado cada vez mais próximo da realidade. Mesmo que várias tecnologias de Black Mirror ainda estejam muito distantes, várias outras inovações vistas na produção já estão em desenvolvimento. Duvida? Então confira abaixo algumas tecnologias da série que já existem – ou estão em desenvolvimento – na vida real!

Tecnologias de Black Mirror na vida real

Abelhas robóticas

  • Na série: no episódio Hated in the Nation, somos apresentados a minidrones no “formato” de abelhas. Apesar de parecerem inofensivas, os robôzinhos podiam desempenhar as mais diversas funções, até matar humanos.
  • Na vida real: pensando no risco de extinção das abelhas, um grupo de cientistas da Universidade de Harvard estão trabalhando no desenvolvimento de mini abelhas robôs para suprir a falta do inseto no futuro. Com até três centímetros, os robôzinhos chamados RoboBees podem fazer a polinização das flores e, possivelmente, evitar um colapso ambiental nos próximos anos.
Wyss Institute RoboBees“Abelha” robô desenvolvida pelo instituto de pesquisa científica de Harvard (Wyss Institute/Reprodução)Fonte: Wyss Institute/Reprodução

Implantes cerebrais

  • Na série: os chips cerebrais aparecem em vários episódios de Black Mirror, incluindo em um dos mais famosos, The Entire History of You. Na trama, as pessoas com o implante conseguem registrar tudo o que fazem, veem e ouvem.
  • Na vida real: atualmente, a empresa Neuralink, do bilionário Elon Musk, vem tentando desenvolver implantes cerebrais para humanos. O chip já é testado em animais nos Estados Unidos, mas recebeu autorização da Agência de Alimentos e Medicamentos dos EUA em maio deste ano para realizar o seu primeiro ensaio clínico em humanos. O objetivo da tecnologia é ajudar a restaurar a funções motoras de pessoas com paralisia e condições debilitantes.

Cães robôs

  • Na série: no episódio Metalhead, a série mostra um mundo destruído e, mais tarde, descobrimos a causa: cães robôs que caçam seres humanos.
  • Na vida real: o episódio chamou atenção (e causou muito medo) pela extrema semelhança com os “cachorros de metal” desenvolvidos pela empresa Boston Dynamics. Além disso, a Força Aérea norte-americana já usou máquinas parecidas, fabricadas pela Ghost Robotics, para defender o perímetro de suas bases.

IAs de falecidos?

  • Na série: no primeiro episódio da segunda temporada, Be Right Back, a protagonista começa um “romance” com um humanoide guiado por uma inteligência artificial que imita todas as características de seu falecido marido.
  • Na vida real: atualmente, as IAs estão mais em alta do que nunca e o ChatGPT está aí para provar. Algumas empresas, porém, tem investido em IAs com sentimentos, que interagem com mais ‘liberdade’ com os usuários, incluindo em conversas mais picantes. A empresa HereAfter AI, por exemplo, pretende viabilizar a comunicação entre vivos e mortos a partir da criação de uma versão digital de uma pessoa. Tudo isso usando ferramentas de voz e de inteligência artificial avançada.

Upload da mente para um computador

  • Na série: assim como os implantes cerebrais, vários episódios da produção mostram a tecnologia que faz o upload de mentes humanas para um dispositivo. Em San Junipero, por exemplo, esse recurso é utilizado como uma forma de viver para sempre em uma espécie de paraíso (o corpo morre, mas a consciência é transferida para um metaverso ultrarrealista).
  • Na vida real: não, essa tecnologia ainda não existe, mas pelo menos está em desenvolvimento. O bilionário russo Dmitry Itskov vem investindo sua fortuna em pesquisas sobre o assunto há anos, por meio da Iniciativa 2045, organização sem fins lucrativos que quer possibilitar a imortalidade da mente aos seres humanos. O conceito chamado mind-uploading (carregamento da mente, em tradução literal) permitiria que as pessoas fizessem cópias digitais de suas mentes – que poderiam viver livremente no ciberespaço.
Como você já deve imaginar, nenhuma das tecnologias citadas estarão disponíveis para meros mortais tão cedo, mas não custa imaginar. E aí, qual dessas você gostaria que existisse de verdade? Por Giovanna Fantinato


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