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Sol Nascente

Policial penal aliciava adolescentes, estuprava e ameaçava com arma

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O servidor público foi detido em casa nesta quinta-feira (22/6), no Sol Nascente, pela Polícia Civil. Ele fez ao menos três vítimas, sendo duas de 16 e 12 anos

Darcianne Diogo / Correio Brasiliense Um policial penal do Distrito Federal foi preso preventivamente pelos investigadores da Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (Deam 2) acusado de aliciar, ameaçar, estuprar e explorar sexualmente duas adolescentes, de 12 e 16 anos. O servidor público foi detido em casa nesta quinta-feira (22/6), no Sol Nascente.

Os abusos ocorreram entre dezembro de 2022 e fevereiro deste ano. Pelas redes sociais, o policial escolhia as vítimas, geralmente meninas menores de idade, e começava a conversar. De acordo com o delegado Ronney Augusto Matsui, da Deam 2, o homem oferecia dinheiro às adolescentes em troca de favores sexuais.

Os abusos ocorriam na residência do criminoso. “Ele ia buscar as meninas em casa, passava para comprar algum lanche e bebidas alcóolicas e, no imóvel, consumava a violência”, afirmou o delegado. Numa das ocasiões, a adolescente de 16 anos desistiu do ato e chegou a ser ameaçada com uma arma pelo policial. Ao final dos encontros, o homem pagava ao menos R$ 200 para cada uma delas ou as presenteava com cigarros eletrônicos.

A polícia ainda constatou que o homem fornecia bebidas alcoólicas e preparava as bebidas em um cômodo separado para que as menores não vissem. A intenção era tornar as vítimas mais vulneráveis sob efeito das substâncias desconhecidas. “Ainda há uma terceira vítima que não identificamos. As investigações seguem nesse sentido”, frisou o delegado.

O que diz a Seape?

Por meio de nota oficial, a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária do DF (Seape) informou que foi chamada para acompanhar o cumprimento do mandado de prisão e busca executado pela Polícia Civil. A pasta esclareceu que o servidor está afastado das funções e sofrerá as penalidades pertinentes decorrentes da prisão, que serão apuradas em processo administrativo disciplinar. “A Seape não coaduna com conduta ilegal de nenhum servidor. A pasta informa que está à disposição da PCDF para prestar todas as informações para elucidação dos fatos”, pontuou.


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