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Brasil

Mulher é brutalmente assassinada e enterrada no quintal de sua própria casa

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Na tarde da última terça-feira, 1 de agosto, a Polícia Civil de Barretos (SP) foi acionada para investigar o desaparecimento de Nilza Costa Pingoud, uma mulher de 62 anos que vivia em uma modesta casa no bairro de Los Angeles.
Preocupados com sua ausência prolongada, os vizinhos, uma mulher de 55 anos e seu filho, procuraram as autoridades para relatar que não viam Nilza há pelo menos uma semana.
Em resposta ao chamado, um investigador da Central de Polícia Judiciária acompanhou os vizinhos até a casa de Nilza para verificar a situação. Ao adentrar a residência, o policial notou uma área remexida no quintal, o que chamou a atenção.
Aproximando-se cautelosamente, fez uma descoberta macabra: o corpo de Nilza estava enterrado em uma cova improvisada.
Após o trágico achado, as equipes da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) e do CPJ foram acionadas para colher informações e dar início à apuração do caso. O mistério envolvendo o desaparecimento de Nilza começava a revelar pistas abandonadas. Dois dias após o achado do corpo, a polícia identificou o principal suspeito, Leonardo Silva, um jovem de apenas 18 anos. A identificação ocorreu através das imagens de câmeras de segurança instaladas na casa da vítima. Silva teve uma prisão temporária decretada e, mais tarde, foi capturado em Frutal (MG), onde não hesitou em debochar do horrendo crime que cometeu. Para a surpresa dos pesquisadores, descobriu-se que Leonardo e Nilza se conheciam desde que ele era criança, e ele até havia morado nos fundos da casa dela por um período. Contudo, uma desavença relacionada a um trabalho doméstico parece ter sido o ponto de ruptura. Nilza o dispensou e isso desencadeou um sentimento de vingança no jovem.
Silva confessou ter matado Nilza por asfixia com um fio, após se esconder em um quarto dos fundos durante a madrugada e surpreendê-la ao amanhecer. Após o crime, se manteve na casa por alguns dias antes de enterrá-la no quintal. A frieza do assassino chocou a todos. Os vizinhos de Nilza, por sua vez, não notaram qualquer sinal suspeito durante os dias do crime. Testemunhas declararam ter visto um jovem alto, magro e branco, que alegou ser sobrinho da vítima, em frente à casa dela no sábado anterior. Contudo, não desconfiaram de suas intenções.
A família de Nilza, enlutada pela tragédia, não quis comentar sobre o assunto, mas pede por justiça em meio ao luto. O caso foi registrado como latrocínio, devido ao roubo seguido de morte, já que o suspeito utilizou o dinheiro da vítima para adquirir uma motocicleta e realizar transações financeiras através do celular dela. Agora, Leonardo Silva aguarda na Cadeia Pública de Colina (SP) enquanto a polícia trabalha para pedir sua prisão preventiva. Espera-se que a justiça seja feita e que ele seja responsabilizado por atos suspeitos cometidos.
Um caso que serve como alerta para uma violência que pode surgir de desventuras aparentemente banais, deixando marcas profundas na vida de uma comunidade e de uma família enlutada. Veja o vídeo da reportagem logo a seguir: É importante que a sociedade, como um todo, continue lutando por um mundo mais seguro e justo.


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